A sumida aqui tenta prometer que não vai mais ficar tanto tempo sem postar. Tenta, mas, como ficou meio óbvio depois de mais de duas semanas, não consegue.
Explico, em partes. Mudamos no final de semana e vocês podem imaginar como foi nossa vida na semana passada. A casa um caos, caixa para todo lado, móveis empilhados na sala, nós dormindo no chão do quarto. Se não fosse pela nossa família querida, não sei o que teria sido de nós. Mas enfim, para piorar tudo o apartamento novo ainda não está pronto (aaaaahhh, JURA?) e estamos de penetras aqui na casa da minha irmã. Ainda bem que temos quem nos acolha, né? Rs!
Bom, vamos torcer para tudo dar certo e nosso cantinho ficar pronto logo. De qualquer jeito ainda ficaremos acampados lá por um tempo, já que os armários vão demorar ainda para ficarem prontos. Oh, well. Vamos que vamos!
************************
Agora vamos para o que interessa, afinal esse blog abandonadinho chama bebê gergelim por uma razão, né? Dia 08 fizemos mais um ultrassom (antes que me bombardeiem dizendo que não é bom fazer tantos assim e etc. e tal, queria dizer que todos eles foram solicitados e feitos pelo meu médico no próprio consultório. Minha gestação, pelo meu histórico e trombofilia, pode ser considerada de risco e ele quer manter um controle próximo. Ah, e eu perguntei se não fazia mal - ele me garantiu que o baby neeem sabe que a gente tá ali, dando uma espiadinha) e ele tá mais lindo ainda.
Eu tinha ficado meio encanada que ele tava muito paradinho no último exame, resolvi me precaver, comi um chocolatinho e... Não é que deu certo? Ele dançou até na barriga, a coisa mais linda! Já cresceu bastante e estava com 2,49 cm no dia do exame. Praticamente criado! Rs!
Nesta sexta já fazemos 11 semanas, nem acredito! Sabe que até acho que está passando rápido? Considerando que eu descobri com 3 semanas, acho que esse negócio do apartamento tá ajudando bastante a acelerar estas primeiras 12 semanas criticas.
Dia 29 já temos a ultra TN, ansiedade a mil! Será que já teremos um palpite do sexo? Eu tenho! E vocês?
quarta-feira, 17 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Barriga, Barriguinha, Barrigão
Meninas,
Estava mexendo nas coisas do blog outro dia e achei um rascunho que eu tinha começado logo após o post sobre o primeiro ultrassom que eu fiz. Me senti mal por não ter postado, afinal, vocês foram fofas demais! Então segue o agradecimento:
Coisa mais linda, mesmo, é sentir o carinho, a emoção e a felicidade de vocês ao compartilhar a minha. Juro que fiquei emocionada. Mas não esperava nada menos de vocês, sempre tão amadas e fofas. Obrigada, minhas queridas!
Tô sentindo que preciso começar a responder os comentários um por um. Me sinto tão distante da maneira como está, parece que não dou atenção às mensagens fofíssimas que vocês deixam, e é exatamente o contrario! Vou pensar sobre o assunto... Rs!
*********************
Agora sobre o título do post. Que a gestação é um momento único e especial na vida de uma mulher, todas nós sabemos. Que muda completamente o corpo da gestante, idem. Mas o que a gente (pelo menos eu!) esquece é que existe um longo caminho entre nosso corpo de antes de engravidar e aquele barrigão lindo e lustroso.
Marido encasquetou de me chamar de barrigudinha, assim, com 11 semanas. E eu me sinto o mais gordo dos seres, porque sei que isso é pura banha (tá, e muitos hormônios que nos deixam inchadas), já que o baby deve ter uns 4 cm no momento.
Sei que meu corpo está mudando. Realmente, já está um pouco diferente e isso me dá um baita orgulho. Mas sabe que, depois que a gente engravida, muda um pouco a maneira de pensar? Pelo menos comigo está sendo assim.
Sempre quis ter um barrigão bem lindo (e continuo querendo), mas até ele chegar de vez em quando me sinto meio baleiuda. Eu já não era magrela antes de engravidar e, na verdade, sempre tive uma pochete beeem respeitável. Mas sabe medo de engordar demais enquanto o bebê ainda é tããão pequenininho e jogar a culpa na gravidez quando a gente sabe que é pura gordura? Então, esse.
Não pensem que estou reclamando e muito menos achando ruim as mudanças que acontecem e acontecerão cada vez mais com meu corpo durante a gestação. É só que essa fase é meio esquisitinha em termos de aparência física e tenho pavor de me acomodar e por a culpa no pobre do baby. Quero mais mesmo é que ele esteja grandão, espiche bastante minha barriga, e eu possa dizer com orgulho: sim, estou grávida! E essa barriga é tudo ele!
Estava mexendo nas coisas do blog outro dia e achei um rascunho que eu tinha começado logo após o post sobre o primeiro ultrassom que eu fiz. Me senti mal por não ter postado, afinal, vocês foram fofas demais! Então segue o agradecimento:
Coisa mais linda, mesmo, é sentir o carinho, a emoção e a felicidade de vocês ao compartilhar a minha. Juro que fiquei emocionada. Mas não esperava nada menos de vocês, sempre tão amadas e fofas. Obrigada, minhas queridas!
Tô sentindo que preciso começar a responder os comentários um por um. Me sinto tão distante da maneira como está, parece que não dou atenção às mensagens fofíssimas que vocês deixam, e é exatamente o contrario! Vou pensar sobre o assunto... Rs!
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Agora sobre o título do post. Que a gestação é um momento único e especial na vida de uma mulher, todas nós sabemos. Que muda completamente o corpo da gestante, idem. Mas o que a gente (pelo menos eu!) esquece é que existe um longo caminho entre nosso corpo de antes de engravidar e aquele barrigão lindo e lustroso.
Marido encasquetou de me chamar de barrigudinha, assim, com 11 semanas. E eu me sinto o mais gordo dos seres, porque sei que isso é pura banha (tá, e muitos hormônios que nos deixam inchadas), já que o baby deve ter uns 4 cm no momento.
Sei que meu corpo está mudando. Realmente, já está um pouco diferente e isso me dá um baita orgulho. Mas sabe que, depois que a gente engravida, muda um pouco a maneira de pensar? Pelo menos comigo está sendo assim.
Sempre quis ter um barrigão bem lindo (e continuo querendo), mas até ele chegar de vez em quando me sinto meio baleiuda. Eu já não era magrela antes de engravidar e, na verdade, sempre tive uma pochete beeem respeitável. Mas sabe medo de engordar demais enquanto o bebê ainda é tããão pequenininho e jogar a culpa na gravidez quando a gente sabe que é pura gordura? Então, esse.
Não pensem que estou reclamando e muito menos achando ruim as mudanças que acontecem e acontecerão cada vez mais com meu corpo durante a gestação. É só que essa fase é meio esquisitinha em termos de aparência física e tenho pavor de me acomodar e por a culpa no pobre do baby. Quero mais mesmo é que ele esteja grandão, espiche bastante minha barriga, e eu possa dizer com orgulho: sim, estou grávida! E essa barriga é tudo ele!
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segunda-feira, 1 de abril de 2013
O dia em que nos conhecemos
Não sei se devo pedir desculpas a vocês, a mim mesma ou ao baby gergelim pelo meu sumiço. Criei este blog para poder registrar cada passo da minha gestação e, quando ela finalmente acontece, eu não consigo postar nada. Shame on me.
Mas chega de lamentações e vamos às atualizações.
Segunda passada foi um dia especial. Mais do que especial. Acordei cedo depois de uma noite mal dormida cheia de sonhos sobre ultrassons e médicos. Fui tomar banho e minhas pernas já estavam meio trêmulas, além do estômago revirado que já está virando rotina. Cheguei no médico, sentei na sala de espera e não me aguentava: passava mal, tremia, e tentava me distrair conversando com marido (ele também estava nervoso, acha que não?). Aí é que a recepcionista fala "Vamos lá?". Meu Deus, meu coração quase saiu da boca. Me levantei, fui até a sala, cumprimentei o médico e sentei. Trocamos algumas palavras e logo eu já estava lá, deitadinha naquela posição bonita e agradável (só que não).
E quem disse que eu conseguia olhar para a tela? E o medo de acontecer tudo de novo, de não ter nada lá? E o medo do silêncio? Disse que não conseguiria ver e a recepcionista, que auxilia o médico na hora do exame, replicou "E ouvir?". E aí o som mais lindo do mundo invadiu a sala e eu desabei. Chorava tanto, de alívio, de alegria, de finalmente ter meu bebê crescendo forte e saudável aqui. Chorava de incredulidade. Cheguei a comentar: achava que nunca ouviria este som. E marido chorando também. Coisa mais linda.
Depois disto, tudo ficou mais calmo e eu consegui filmar todo o resto do exame. Meu médico foi muito fofo e colocou tudo de novo para eu gravar, mostrou o sangue correndo pelo bebê e pelo cordão umbilical, tudo direitinho como deveria ser. E finalizou com a palavra mais linda: GRAVIDÍSSIMA!
Saímos de lá e contamos para algumas poucas pessoas (já que absolutamente ninguém sabia ainda). Ligamos para a minha mãe, minha irmã e para os pais e irmãos do marido - colocamos o som e pedimos para adivinharem o que era. A família do marido adivinhou logo, já que estamos sempre juntos e eles já estavam desconfiados de todo aquele enjoo que eu estava sentindo. Mas o mais engraçado foi a resposta da minha irmã: é um trem? Rs! Vejam o vídeo e tirem suas próprias conclusões:
Finalizo o post com uma foto do meu baby gergelim, que já não é mais um gergelim, do alto dos seus 1,17 cm, com 7 semanas e 3 dias (dois a mais do que minhas contas - mais uma primeira vez! Yay!). Cabeçudinho, lindo e por quem, como eu canto toda noite "eu tenho o amor maior do mundo".
Mas chega de lamentações e vamos às atualizações.
Segunda passada foi um dia especial. Mais do que especial. Acordei cedo depois de uma noite mal dormida cheia de sonhos sobre ultrassons e médicos. Fui tomar banho e minhas pernas já estavam meio trêmulas, além do estômago revirado que já está virando rotina. Cheguei no médico, sentei na sala de espera e não me aguentava: passava mal, tremia, e tentava me distrair conversando com marido (ele também estava nervoso, acha que não?). Aí é que a recepcionista fala "Vamos lá?". Meu Deus, meu coração quase saiu da boca. Me levantei, fui até a sala, cumprimentei o médico e sentei. Trocamos algumas palavras e logo eu já estava lá, deitadinha naquela posição bonita e agradável (só que não).
E quem disse que eu conseguia olhar para a tela? E o medo de acontecer tudo de novo, de não ter nada lá? E o medo do silêncio? Disse que não conseguiria ver e a recepcionista, que auxilia o médico na hora do exame, replicou "E ouvir?". E aí o som mais lindo do mundo invadiu a sala e eu desabei. Chorava tanto, de alívio, de alegria, de finalmente ter meu bebê crescendo forte e saudável aqui. Chorava de incredulidade. Cheguei a comentar: achava que nunca ouviria este som. E marido chorando também. Coisa mais linda.
Depois disto, tudo ficou mais calmo e eu consegui filmar todo o resto do exame. Meu médico foi muito fofo e colocou tudo de novo para eu gravar, mostrou o sangue correndo pelo bebê e pelo cordão umbilical, tudo direitinho como deveria ser. E finalizou com a palavra mais linda: GRAVIDÍSSIMA!
Saímos de lá e contamos para algumas poucas pessoas (já que absolutamente ninguém sabia ainda). Ligamos para a minha mãe, minha irmã e para os pais e irmãos do marido - colocamos o som e pedimos para adivinharem o que era. A família do marido adivinhou logo, já que estamos sempre juntos e eles já estavam desconfiados de todo aquele enjoo que eu estava sentindo. Mas o mais engraçado foi a resposta da minha irmã: é um trem? Rs! Vejam o vídeo e tirem suas próprias conclusões:
Finalizo o post com uma foto do meu baby gergelim, que já não é mais um gergelim, do alto dos seus 1,17 cm, com 7 semanas e 3 dias (dois a mais do que minhas contas - mais uma primeira vez! Yay!). Cabeçudinho, lindo e por quem, como eu canto toda noite "eu tenho o amor maior do mundo".
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| É um trem? É um avião? Não, é o baby gergelim! |
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quinta-feira, 21 de março de 2013
Sumiço
Queridas,
Sei que ando sumida, tanto daqui quanto dos blogs de vocês que eu tanto amo, mas tenho duas boas (quer dizer, uma é boa. A outra - blé!) razões para isto.
A primeira é que finalmente compramos nosso apartamento e estamos imensamente felizes. O problema é que ele vem peladinho, peladinho, temos que arrumá-lo todinho e mudar até o dia 6 de abril. Ou seja: good luck to us!
A segunda razão é realmente bem blé. Estou tendo muito, mas muito, mas muito enjôo mesmo. Tipo o dia inteiro, todo dia desde segunda-feira. Tá bem difícil, quase nada desce e ao mesmo tempo se fico sem comer passo mais mal ainda. Não tenho conseguido beber quase nada e estou surtando com isso - sempre tomei muita água. Enfim, sempre disse que queria enjoar na minha próxima gestação (no caso, essa) desde os meu abortos, já que não tive este sintoma nas primeiras gravidezes e seria, para mim, meio que um sinal de que tudo está correndo bem. Então agora aguenta e mantém o balde do lado da cama!
Prometo voltar assim que estiver me sentindo melhor e com mais novidades. Vou tentar pelo menos dar umas passadinhas nos cantinhos de vocês, mesmo que não comente muito (estou fazendo tudo pelo celular, inclusive esta postagem, e é muito difícil comentar por aqui), mas logo, logo, voltaremos com a programação normal. Pelo menos eu espero!
Sei que ando sumida, tanto daqui quanto dos blogs de vocês que eu tanto amo, mas tenho duas boas (quer dizer, uma é boa. A outra - blé!) razões para isto.
A primeira é que finalmente compramos nosso apartamento e estamos imensamente felizes. O problema é que ele vem peladinho, peladinho, temos que arrumá-lo todinho e mudar até o dia 6 de abril. Ou seja: good luck to us!
A segunda razão é realmente bem blé. Estou tendo muito, mas muito, mas muito enjôo mesmo. Tipo o dia inteiro, todo dia desde segunda-feira. Tá bem difícil, quase nada desce e ao mesmo tempo se fico sem comer passo mais mal ainda. Não tenho conseguido beber quase nada e estou surtando com isso - sempre tomei muita água. Enfim, sempre disse que queria enjoar na minha próxima gestação (no caso, essa) desde os meu abortos, já que não tive este sintoma nas primeiras gravidezes e seria, para mim, meio que um sinal de que tudo está correndo bem. Então agora aguenta e mantém o balde do lado da cama!
Prometo voltar assim que estiver me sentindo melhor e com mais novidades. Vou tentar pelo menos dar umas passadinhas nos cantinhos de vocês, mesmo que não comente muito (estou fazendo tudo pelo celular, inclusive esta postagem, e é muito difícil comentar por aqui), mas logo, logo, voltaremos com a programação normal. Pelo menos eu espero!
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sexta-feira, 15 de março de 2013
Mais detalhes ou Não fiquem bravas comigo + Selinho
Minhas queridas todas,
Nem tenho como agradecer todo o carinho que recebi de vocês, apesar de já saber que seria assim - afinal, vocês são umas fofas! Fiquei muito, muito feliz, me senti amada, querida, acolhida e até mais segura. Conheci leitoras que ainda estavam escondidinhas, recebi muito amor daquelas com quem eu já tinha contato e pude comprovar a delícia que é fazer parte desta blogosfera! Muito, muito obrigada!
Antes que vocês briguem comigo por só ter revelado agora (e até respondendo alguns comentários de meninas que me perguntaram isso), vou contar direitinho como tudo aconteceu. Como eu expliquei no post anterior, eu já tinha certeza que ia engravidar esse mês, mesmo antes disto acontecer efetivamente. Intuição, esperança, premonição? Sei lá, só sei que isso causou uma sensação ambígua: ao mesmo tempo que eu sabia e estava esperançosa, eu estava morrendo de medo de levar um negativão na cara. Aí que ia contando os dias ansiosamente para ter certeza que poderia receber meu positivo - e recebi ainda mais incentivo com os comentários de vocês neste post!
Aí decidi que ia fazer o teste. Como vocês viram, ficou beeeem, mas beeeem clarinha a segunda listrinha. Já fiquei super feliz, mas liguei para o consultório do meu médico imediatamente para pedir a guia do Beta. Consegui colher no mesmo dia e, às 17h00, saiu o resultado. Eu já havia comentado com marido que não ia me sugestionar pelo valor do Beta, afinal eu sabia que estava bem no comecinho, e blablabla, mas lááá no fundinho o meu segundo aborto ficava martelando na minha cabeça (meu primeiro exame daquela vez deu 120, lembram?). Pois bem. Desta vez deu 71,88. Meninas, eu estava de 3 semanas! 3! O que significa que meu baby tinha por volta de 1 semana de vida! Resolvemos esperar um pouquinho, passar no médico (eu já estava surtada, óbvio) e refazer o exame antes de contar para qualquer pessoa.
Consegui um encaixe para o dia seguinte e lá fomos nós. De início ele se assustou com o valor do Beta, já que pela DUM eu deveria estar de umas 5 semanas, mas aí expliquei direitinho que tinha ovulado por volta do dia 17, que tive muco, que minha TB mostrou, e tal e coisa, e aí tudo ficou mais tranquilo. Assim, sim! De qualquer maneira, me pediu um outro Beta para domingo, quando completariam três dias da data do primeiro (tem médico que fala que tem que dobrar em 48h, outros em 72h - ele foi na última opção).
E aí fui. Morrendo de medo, mas ao mesmo tempo tranquila. Colhi e o resultado ficaria pronto em duas horas (laboratório power que abre de domingo e ainda libera o resultado em duas horas!). Inventei mil coisas para fazer nesse meio tempo e cheguei em casa bem na hora em que o exame estaria pronto. Abri a página. Meus dedos tremiam, eu não conseguia digitar o login e a senha direito. Aí parecia coisa de filme - tudo ia carregando em slow motion. Até que apareceu o resultado: 269! Meninas, triplicou! Fiquei radiante e muito mais tranquila. No dia seguinte (afinal, os probrezitos do laboratório trabalham no domingo, mas não ia encher o saco do meu médico naquele dia, né?) liguei para ele e ele orientou que marcássemos uma ultra - as primeiras ele faz no próprio consultório - para dali 10 dias.
Marquei para a outra quinta, no caso, ontem. O post já estava prontinho, mas já que eu ia lá fazer a ultra, não custava nada esperar mais um pouquinho e me certificar de que estava tudo bem, né? E assim eu fiz. Ontem de manhã fomos lá e vimos nosso gergelim pela primeira vez. Quer dizer, não vimos o gergelim ainda, só o saco gestacional e a vesícula vitelina, mas já é alguma coisa. Não vou dizer que fiquei 100% tranquila (nunca estarei!), estava bem esperançosa de ver o bebê e batimentos, mas o médico disse que está tudo bem, compatível com a data que estávamos considerando, então eu vou confiar. E agora lá vamos nós segurar os nervos até o dia 25, quando voltaremos para a próxima ultra - e, aí sim, tem que ter bebê e coraçãozinho piscante!
Vocês me entendem e me perdoam por não ter contado antes? Acreditem, eu estava doidinha para contar para vocês, mas com meu histórico e todo meu medo, preferi esperar um pouquinho mais. Quase ninguém sabe além de vocês - mas quase ninguém mesmo! Nem nossas famílias. E eu dei uma dica, vai? Então espero que me entendam. E, mais que tudo, espero que torçam e orem por nós! Obrigada, queridas!
****************************
E eu sei que o post já está gigante (sorry about that e obrigada para quem teve paciência de ler até aqui) mas eu TINHA que postar o selinho que ganhei de duas amigas novas! É o The Versatile Blogger Award - olha só que fofo:
Regras:
1 - Agradecer quem te ofereceu o selinho e postar o link do blog
Ganhei o selinho de duas meninas fofas que conheci ontem (olha só o meu baby gergelim já trazendo muitas surpresas boas para a minha vida): a Rosyh e a Graci. Muito obrigada meninas, fiquei muito feliz com o presentinho!
2 - Convidar mais 15 blogs para participar da brincadeira
Deixo aberto para todas as meninas que estão sempre por aqui! Adoro todas!
3 - Postar 7 coisas de que gosta mais
Ficar horas e horas batendo papo com a minha família nos fins de semana
Assistir TV amontoada em cima do marido (e agora com o bebê gergelim na barriguinha!)
Dormir - adoro tirar aquela sonequinha à tarde no fim de semana
Churrasco - não só a carne, mas o clima gostoso de confraternização
Viajar - vale para qualquer lugar!
Ouvir música e dançar - adoro dar uma sambadinha!
Comer, comer - afinal, é o melhor para poder crescer (péssima essa, I know! Hahaha)
Nem tenho como agradecer todo o carinho que recebi de vocês, apesar de já saber que seria assim - afinal, vocês são umas fofas! Fiquei muito, muito feliz, me senti amada, querida, acolhida e até mais segura. Conheci leitoras que ainda estavam escondidinhas, recebi muito amor daquelas com quem eu já tinha contato e pude comprovar a delícia que é fazer parte desta blogosfera! Muito, muito obrigada!
Antes que vocês briguem comigo por só ter revelado agora (e até respondendo alguns comentários de meninas que me perguntaram isso), vou contar direitinho como tudo aconteceu. Como eu expliquei no post anterior, eu já tinha certeza que ia engravidar esse mês, mesmo antes disto acontecer efetivamente. Intuição, esperança, premonição? Sei lá, só sei que isso causou uma sensação ambígua: ao mesmo tempo que eu sabia e estava esperançosa, eu estava morrendo de medo de levar um negativão na cara. Aí que ia contando os dias ansiosamente para ter certeza que poderia receber meu positivo - e recebi ainda mais incentivo com os comentários de vocês neste post!
Aí decidi que ia fazer o teste. Como vocês viram, ficou beeeem, mas beeeem clarinha a segunda listrinha. Já fiquei super feliz, mas liguei para o consultório do meu médico imediatamente para pedir a guia do Beta. Consegui colher no mesmo dia e, às 17h00, saiu o resultado. Eu já havia comentado com marido que não ia me sugestionar pelo valor do Beta, afinal eu sabia que estava bem no comecinho, e blablabla, mas lááá no fundinho o meu segundo aborto ficava martelando na minha cabeça (meu primeiro exame daquela vez deu 120, lembram?). Pois bem. Desta vez deu 71,88. Meninas, eu estava de 3 semanas! 3! O que significa que meu baby tinha por volta de 1 semana de vida! Resolvemos esperar um pouquinho, passar no médico (eu já estava surtada, óbvio) e refazer o exame antes de contar para qualquer pessoa.
Consegui um encaixe para o dia seguinte e lá fomos nós. De início ele se assustou com o valor do Beta, já que pela DUM eu deveria estar de umas 5 semanas, mas aí expliquei direitinho que tinha ovulado por volta do dia 17, que tive muco, que minha TB mostrou, e tal e coisa, e aí tudo ficou mais tranquilo. Assim, sim! De qualquer maneira, me pediu um outro Beta para domingo, quando completariam três dias da data do primeiro (tem médico que fala que tem que dobrar em 48h, outros em 72h - ele foi na última opção).
E aí fui. Morrendo de medo, mas ao mesmo tempo tranquila. Colhi e o resultado ficaria pronto em duas horas (laboratório power que abre de domingo e ainda libera o resultado em duas horas!). Inventei mil coisas para fazer nesse meio tempo e cheguei em casa bem na hora em que o exame estaria pronto. Abri a página. Meus dedos tremiam, eu não conseguia digitar o login e a senha direito. Aí parecia coisa de filme - tudo ia carregando em slow motion. Até que apareceu o resultado: 269! Meninas, triplicou! Fiquei radiante e muito mais tranquila. No dia seguinte (afinal, os probrezitos do laboratório trabalham no domingo, mas não ia encher o saco do meu médico naquele dia, né?) liguei para ele e ele orientou que marcássemos uma ultra - as primeiras ele faz no próprio consultório - para dali 10 dias.
Marquei para a outra quinta, no caso, ontem. O post já estava prontinho, mas já que eu ia lá fazer a ultra, não custava nada esperar mais um pouquinho e me certificar de que estava tudo bem, né? E assim eu fiz. Ontem de manhã fomos lá e vimos nosso gergelim pela primeira vez. Quer dizer, não vimos o gergelim ainda, só o saco gestacional e a vesícula vitelina, mas já é alguma coisa. Não vou dizer que fiquei 100% tranquila (nunca estarei!), estava bem esperançosa de ver o bebê e batimentos, mas o médico disse que está tudo bem, compatível com a data que estávamos considerando, então eu vou confiar. E agora lá vamos nós segurar os nervos até o dia 25, quando voltaremos para a próxima ultra - e, aí sim, tem que ter bebê e coraçãozinho piscante!
Vocês me entendem e me perdoam por não ter contado antes? Acreditem, eu estava doidinha para contar para vocês, mas com meu histórico e todo meu medo, preferi esperar um pouquinho mais. Quase ninguém sabe além de vocês - mas quase ninguém mesmo! Nem nossas famílias. E eu dei uma dica, vai? Então espero que me entendam. E, mais que tudo, espero que torçam e orem por nós! Obrigada, queridas!
****************************
E eu sei que o post já está gigante (sorry about that e obrigada para quem teve paciência de ler até aqui) mas eu TINHA que postar o selinho que ganhei de duas amigas novas! É o The Versatile Blogger Award - olha só que fofo:
Regras:
1 - Agradecer quem te ofereceu o selinho e postar o link do blog
Ganhei o selinho de duas meninas fofas que conheci ontem (olha só o meu baby gergelim já trazendo muitas surpresas boas para a minha vida): a Rosyh e a Graci. Muito obrigada meninas, fiquei muito feliz com o presentinho!
2 - Convidar mais 15 blogs para participar da brincadeira
Deixo aberto para todas as meninas que estão sempre por aqui! Adoro todas!
3 - Postar 7 coisas de que gosta mais
Ficar horas e horas batendo papo com a minha família nos fins de semana
Assistir TV amontoada em cima do marido (e agora com o bebê gergelim na barriguinha!)
Dormir - adoro tirar aquela sonequinha à tarde no fim de semana
Churrasco - não só a carne, mas o clima gostoso de confraternização
Viajar - vale para qualquer lugar!
Ouvir música e dançar - adoro dar uma sambadinha!
Comer, comer - afinal, é o melhor para poder crescer (péssima essa, I know! Hahaha)
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quinta-feira, 14 de março de 2013
A sombra e a luz
Acordo. São quase 8 horas da manhã do dia 28/02 e eu esfrego meus olhos e me espreguiço, assim, como quem não quer nada. Finjo que não percebo sua presença lá, não me lembro dos meus atos impensados (ou sobre-pensados) da noite anterior na farmácia e de todos os conselhos e palpites das minhas queridas aqui no blog. Mas é impossível.
Me levanto e sua presença em cima da pia é avassaladora. Chegou a hora de fazer o teste. Refaço as contas mentalmente. Faz só 11 dias que ovulei, apesar de já ser o 39º dia do ciclo, e provavelmente é muito cedo para saber. Mas eu sei, eu sei desde o dia em que ovulei, naquele 17 de fevereiro. Espero que o teste seja tão sensitivo quanto eu. Ou bastante sensível para me mostrar uma única listrinha com compaixão. Mas eu sei que compaixão e testes de farmácia negativos são mutuamente excludentes - e me encolho. O medo, aquele.
Mas chegou a hora. Sem mais delongas, como se aquele fosse só mais um xixi dos tantos que já fiz num palitinho, como se o resultado não pudesse mudar minha vida para sempre e em 5 minutos. Como se uma listrinha a mais ou a menos não fossem mais do que listrinhas rosa num teste xixado.
Fiz. Aguardo um pouco ao lado do teste, fingindo que não estou olhando. Vai que ele fica encabulado? Rapidamente, vejo a primeira listrinha aparecendo com força. Perco a coragem e volto para a cama, simulando um desinteresse despreocupado. Eu sei que é positivo, mas vai que é negativo? Não, não, é negativo. E se for um falso negativo? Afinal, ainda é muito cedo para saber. Não, não, é negativo. Mas eu tinha tanta certeza que era positivo. Quanto tempo já passou, será? Ah! Quer saber? Vou desencanar. Depois eu vejo o resultado. Mas passar do prazo pode invalidar o teste, não? Bom, vou lá só por desencargo, então. Eu já sei que é negativo - mas eu queria tanto um positivo!
Entro no banheiro. Logo vejo uma listra no canto esquerdo da área do resultado. Meu coração dispara, mas aí me lembro dessa pegadinha maldosa do teste. É um jogo de luz e não passa da sombra do próprio teste que simula um positivo. Já caí nesta antes. É, não foi desta vez.
Resolvo pegar o teste e me livrar da sombra. E aí vem a luz que me inunda, me cega, me guia. Ela está lá. Fraca, tímida, mas suficiente para me encher de brilho, de sorriso, de amor. Ele está aqui. Meu positivo. Meu bebê gergelim. Meu amor maior que a vida. Meu maior presente, naquele pedacinho de plástico, cheio de xixi, com duas listrinhas rosa.
Acho que assim é a maternidade: a controvérsia, a dúvida, o medo, o drama, a certeza e a incerteza ao mesmo tempo. Mas linda, muito linda. E cheia, cheinha de amor. ♥
Me levanto e sua presença em cima da pia é avassaladora. Chegou a hora de fazer o teste. Refaço as contas mentalmente. Faz só 11 dias que ovulei, apesar de já ser o 39º dia do ciclo, e provavelmente é muito cedo para saber. Mas eu sei, eu sei desde o dia em que ovulei, naquele 17 de fevereiro. Espero que o teste seja tão sensitivo quanto eu. Ou bastante sensível para me mostrar uma única listrinha com compaixão. Mas eu sei que compaixão e testes de farmácia negativos são mutuamente excludentes - e me encolho. O medo, aquele.
Mas chegou a hora. Sem mais delongas, como se aquele fosse só mais um xixi dos tantos que já fiz num palitinho, como se o resultado não pudesse mudar minha vida para sempre e em 5 minutos. Como se uma listrinha a mais ou a menos não fossem mais do que listrinhas rosa num teste xixado.
Fiz. Aguardo um pouco ao lado do teste, fingindo que não estou olhando. Vai que ele fica encabulado? Rapidamente, vejo a primeira listrinha aparecendo com força. Perco a coragem e volto para a cama, simulando um desinteresse despreocupado. Eu sei que é positivo, mas vai que é negativo? Não, não, é negativo. E se for um falso negativo? Afinal, ainda é muito cedo para saber. Não, não, é negativo. Mas eu tinha tanta certeza que era positivo. Quanto tempo já passou, será? Ah! Quer saber? Vou desencanar. Depois eu vejo o resultado. Mas passar do prazo pode invalidar o teste, não? Bom, vou lá só por desencargo, então. Eu já sei que é negativo - mas eu queria tanto um positivo!
Entro no banheiro. Logo vejo uma listra no canto esquerdo da área do resultado. Meu coração dispara, mas aí me lembro dessa pegadinha maldosa do teste. É um jogo de luz e não passa da sombra do próprio teste que simula um positivo. Já caí nesta antes. É, não foi desta vez.
Resolvo pegar o teste e me livrar da sombra. E aí vem a luz que me inunda, me cega, me guia. Ela está lá. Fraca, tímida, mas suficiente para me encher de brilho, de sorriso, de amor. Ele está aqui. Meu positivo. Meu bebê gergelim. Meu amor maior que a vida. Meu maior presente, naquele pedacinho de plástico, cheio de xixi, com duas listrinhas rosa.
Acho que assim é a maternidade: a controvérsia, a dúvida, o medo, o drama, a certeza e a incerteza ao mesmo tempo. Mas linda, muito linda. E cheia, cheinha de amor. ♥
terça-feira, 5 de março de 2013
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