Eu sei, eu sei. Ando feia e sumida. Já escrevi um pouco sobre isso no post anterior. Na verdade melhorei um pouco daquela fase melancólica em que me encontrava, mas ainda ando bastante preguiçosa. E ansiosa. Muito. Sexta passada completamos 30 semanas e isso me pegou de jeito. Está cada vez mais perto. Ô meu Deus, segura coração!
Esse é praticamento o único sintoma da minha gestação com 7 meses. Não sinto azia, só um refluxo ocasional. Não incho nada - mas acho que os muitos litros de água que tomo todo dia ajudam bastante. Não tenho muitas dores no corpo, só um incômodo na lombar de vez em quando dependendo da minha posição ou esforço físico. Mas a falta de ar ataca aqui com força. Assim, do nada. Às vezes fico ofegante só de conversar! Mas não é o tempo todo e logo passa.
Ontem fomos ver nosso pequerrucho depois de 8 semanas sem fazer ultra. Já estava com saudade de vê-lo, mesmo querendo evitar fazer esses exames sem necessidade - e voltamos mais apaixonados do que nunca. Como ele está gostoso, gente! Mais de um quilo e meio e 39 cm de comprimento, percentil 31. Já está cefálico e anterior, bem bonitinho esperando a hora de vir ao mundo de parto natural, como a mamãe tanto deseja!
Por falar em parto natural, começamos ontem os exercícios com o Epi-No e gentem! O trem dói, viu? Mas é por um ótimo motivo e com certeza vou me sentir mais tranquila e preparada para o parto assim. E assim seguimos na contagem regressiva para receber nosso Bento, que é a cara do papai.
Então vamos ao que interessa, que hoje o post vai ser longo.
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BC - A história da escolha do nome do bebê
Engraçado. Quando criança, eu sempre gostei só de nomes de menino, apesar de achar que eu teria 2 meninas. Meus preferidos eram Matheus, Gustavo e Thiago. O tempo passou, eu cresci, mudei meus conceitos e enjoei desses nomes. E passei a me apaixonar pelos nomes de menina.
E daí que quando eu engravidei, já tinha várias opções de nomes de menina, mas nenhuma de menino. Marido sempre disse que queria que nosso filhote se chamasse Pedro Lucas, mas eu particularmente não gosto (e sempre deixei isso claro, também). Quando confirmamos que nosso meninão vinha aí dificultou tudo. E agora? Eu pesquisava, pesquisava, a gente conversava e nada. Eu sabia que gostava de nomes não tão comuns, mas ao mesmo tempo clássicos. Difícil, né?
Até que eu resolvi olhar uma listinha de nomes antiga, que eu tinha feito quando estava grávida do meu primeiro anjinho. Estávamos eu, marido e minha irmã fofa, que nos acolheu quando ficamos sem teto, na sala da casa dela e comecei a ler as opções. Bento era o último nome da lista e, antes de pronunciá-lo, disse para eles: "ah, e esse nem sei porque está aqui... Bento". Pronto! Os dois se animaram, acharam lindo e aí parei para analisar com mais calma. E não é que eu gostava do nome também?
Ainda demoramos um tempinho para bater o martelo e assumir oficialmente que este seria o nome, apesar de sempre nos referirmos a ele como Bento. Ainda mais que as reações ao nome não foram lá essas coisas, como contei aqui. Mas hoje não consigo imaginá-lo com outro nome e morro de orgulho da nossa escolha!
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BC - Do que eu abri mão na gravidez
Assim, de bate pronto, acho que eu não abri mão de nada na minha gravidez. O que fiz foi fazer algumas substituições e adaptações que me fizeram muito bem - principalmente fisicamente.
Começo pelo nosso apartamento. Abrimos mão de um apartamento todo montadinho e bem localizado em São Paulo para outro ainda meio inacabado em São Bernardo do Campo - mas bem maior e com uma área de lazer que vai ser muito bem aproveitada pelo Bento!
Também abri mão de alguns hábitos alimentares. Todos péssimos, admito. Troquei o refrigerante pelo suco, os pratos prontos por comidinhas caseiras, o jejum pelo café da manhã reforçado, os deliveries pelas visitas ao mercado e à feira. Claro que ainda tomo refri, ainda como um fast food e umas besteirinhas, mas muito mais consciente e com uma frequência bem menor. Sempre penso que o que eu como vai para o Bento e a saúde dele depende da minha, então tento incluir de tudo um pouco na minha alimentação - frutas, legumes e tantas outras coisas saudáveis que eram tão raras na minha dieta.
Abri mão do barzinho nosso de cada fim de semana, regado a algumas cevejinhas, por muitas noites em casa com o marido. E não posso reclamar, não! Minha preguiça tem me levado a isso também... Rs!
Desde que perdi meu primeiro bebê, decidi que iria parar de trabalhar na próxima gestação, mesmo sabendo que uma coisa não interfere na outra. Mas o trauma foi tão grande que pensei que iria ficar mais tranquila sabendo que fiz tudo o que pude para segurar meu bebê. No meu segundo aborto eu já estava trabalhando em casa. Desta vez foi a mesma coisa. Não sei se posso dizer que abri mão do meu trabalho pela gravidez, mas eu optei por ficar em casa e fazer uns freelas, curtir minha gestação com calma e me dedicar só ao meu pequeno por um tempo. Confesso que essa escolha às vezes me assombra - não por sentir que estou abrindo mão da minha vida, mas por medo de que isso influencie na minha relação com o Bento e na admiração dele por mim. Bom, mas isso já é assunto para outro post.
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BC - Menino ou menina? Vocês mamães tiveram ou têm preferência pelo sexo do bebê?
Bom, eu já comentei no blog que sempre achei que teria duas meninas. Desde criança. Não sei se por ter crescido com uma irmã e depois ter ganhado mais duas, minha vida sempre foi cercada de cor de rosa. Não posso mentir e dizer que esse meu achismo não era ligado a um desejo - eu queria sim ter meninas - de preferência gêmeas.
Mas aí, quando eu tinha 20 anos, minha boa-drasta engravidou. Todo mundo naquela apreensão, querendo um menino pra dar uma mudada naquela casa cheia de calcinhas, mas já certos que vinha mais uma pra família buscapé. E não é que o bebê foi corajoso e veio todo meninão dar uma mudada na casa? E pronto. Ele é tão lindo e gostoso que mudou todo meu conceito e me deixou completamente rendida.
Nas minhas duas primeiras gravidezes, achei que teria meninos (e marido achava que eram meninas), mas nunca chegamos a confirmar o sexo. Desta vez, eu estava certa que era uma menina que vinha aí - e marido já afirmava que era um molequinho #intuiçãomaternalfail. Mas a partir do momento que vi aquele meninão lindo na tela, me apaixonei perdidamente e não consigo imaginar de jeito nenhum ter uma menina. Quero meu Bento e toda sua molequice, seus carrinhos, suas lutinhas, suas bermudas e camisetas suadas. Quero voltar a ser criança e ralar o joelho andando de bicicleta e skate, correndo atrás dele, me sujando de tinta. Quero ser uma mãe de menino!
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Dessa vez eu que escolho o tema (Dani, miiiil desculpas por não ter escrito semana passada. Vergonha, vergonha, vergonha!) para a BC da semana que vem. E é difícil, viu? Então vou aproveitar a ocasião para ler as opiniões de vocês sobre um tema que está me atormentando: "A escolha do carrinho do bebê - qual o escolhido e porquê". Tema bobinho mas de utilidade pública, minha gente!
Beijocas barrigudas
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
De tudo um pouco
Sexta-feira completamos 28 semanas (sim, acreditem - eu também tenho dificuldade de acreditar nisso ainda!) e, de acordo com meus aplicativos, entramos no terceiro, e último, trimestre de gestação. Só mesmo uma época tão maluca quanto a gravidez para distorcer uma ciência tão exata quanto a matemática. Acompanhem comigo: 1 trimestre equivale a 3 meses, correto? Ou seja, eu deveria entrar no terceiro trimestre quando completasse 6 meses de gravidez, faltando, portanto, 3 para o nascimento. Então teríamos as seguintes alternativas:
1) Se considerarmos que cada mês tem 4 semanas (o que sabemos que é errado), eu completaria 6 meses com 24 semanas, no dia 19 de Julho. Ok, não é o caso.
2) Se considerarmos que completo mês a cada "mesversário" da DUM (que foi em 01/02/2013) - e que é a conta que eu utilizo - eu completaria 6 meses no dia 01 de Agosto. Essa é a data que eu considero.
3) Se considerarmos que completo mês a cada "mesversário" reverso da DPP (a minha é 08/11/2013) - que é a data mais distante possível a ser considerada - eu completaria 6 meses no dia 08 de Agosto. Poderia ser uma alternativa também.
Agora, o que não faz o menor sentido é eu entrar no terceiro trimestre no dia 16 de Agosto, minha gente! Quem, quem inventou essas contas malucas, me diz? Pela minha contagem, nesse dia eu já estava de 6 meses e meio, como pode ainda faltar 3 meses para ele nascer? Ok, falta se ele nascer de 42 semanas, mas eles fazem essas contas baseados em uma gestação de 40 semanas, não? É pra gente ficar maluca, mesmo.
Bom, o que importa é que entramos na reta final. Mais uma vez, me pego na contagem regressiva pelas 12 semanas, cheia de expectativas e ansiedades também, mas completamente diferentes daquelas primeiras. Andei muito introspectiva nessas últimas duas semanas, e daí o meu sumiço. Revendo conceitos, chorando bastante, pensando no meu filhote e no que está por vir. Parece que estou em uma fase de TPM constante, uma autoavaliação forçada e necessária para me preparar para a chegada da pessoa mais importante da minha vida.
Ando às voltas também com alguns pensamentos sobre chá e quartinho, mas isso nem se compara à minha preparação emocional e psicológica. Se fazem parte, entram também em uma esfera de relativização, de prioridades. Gente, quem disse que era fácil ter um filho? Porque não é.
Mas não deixa de ser a experiência mais emocionante, apaixonante e deliciosa da minha vida. Meu filho já me ensinou muito mais do que pensei que aprenderia antes mesmo de nascer. Me lembro das palavras da Marina, de chorar com sua dor - que, como falei para ela, conheço, mas não conheço, porque é só dela - e de constatar toda a sua sabedoria. A gravidez realmente é uma época transformadora nas nossas vidas, e nem sempre só de sorrisos. Mas assim também aprendemos e crescemos.
E aí entro em um dos temas da Blogagem Coletiva que perdi. O que espero da maternidade? Nossa, se for me basear em tudo que já mudei na gestação, digo que qualquer coisa pode acontecer. Sinto que nasci para isso, agora. Espero ser cada dia melhor, saber reconhecer minhas fraquezas, aprender com meus erros. Espero entender meus limites sem sofrer com eles. Espero que o Bento tenha orgulho de mim. E espero que meu filho seja feliz! Isso me bastará.
Ninguém me contou que eu viraria outra pessoa com a gravidez, como perguntou a outra BC. Ninguém me contou que o banho viraria minha hora preferida do dia - quando canto para o meu filho, reflito, choro, me conecto com o Bento. Me contaram que essa seria uma época transformadora. Mas não tanto assim. E foi a melhor surpresa que eu poderia querer.
A casinha do Bento segue crescendo com tudo. Às vezes me assusto com seu tamanho e me pergunto: de onde surgiu essa barriga em mim de repente? Porque é essa a impressão que dá, que cresceu de um dia para o outro. E isso já tinham me contado, mas eu não acreditei. Olha só o barrigão com 27 semanas e 6 dias:
Eu emagreci bastante no começo da gravidez por conta dos enjoos, não tenho certeza se 5 ou 6 quilos, e até a última consulta do pré natal eu ainda estava 3 quilos abaixo do peso de antes de engravidar. Amanhã vou lá novamente e tenho quase certeza de que terei finalmente "empatado" com o meu peso original. Acho que está bom para 6 meses e meio, mas engordar 3 quilos em um mês foi a festa da uva, né não? Hahaha! Mas não me importo, só quero que meu pequeno esteja crescendo forte, saudável e feliz, como sempre digo a ele.
Nesse sentido, acho que tudo está correndo bem. Ele tem mexido bastante, o dia todo. E forte! Uma delícia!E fica bravo quando demoro a comer, viu? Tento comer sempre em intervalos de 3 horas no máximo e ele não tem muita paciência para esperar mais do que isso - logo começa a me chutar exigindo comida. Rs! Espero que ele seja bom de garfo - ou melhor, de peito! - assim depois de nascer.
Esse tema da amamentação, inclusive, tem sido uma das razões da minha aflição ultimamente. Um medo de não conseguir amamentar, de não saber como fazer. Aliás, medo de não saber fazer nada! Fora os sonhos recorrentes sobre o parto. Com vocês também é assim?
Ufa! A pessoa some e depois quer contar a vida em um só post. Desculpa aí, viu, pessoal? Era só saudade! :)
1) Se considerarmos que cada mês tem 4 semanas (o que sabemos que é errado), eu completaria 6 meses com 24 semanas, no dia 19 de Julho. Ok, não é o caso.
2) Se considerarmos que completo mês a cada "mesversário" da DUM (que foi em 01/02/2013) - e que é a conta que eu utilizo - eu completaria 6 meses no dia 01 de Agosto. Essa é a data que eu considero.
3) Se considerarmos que completo mês a cada "mesversário" reverso da DPP (a minha é 08/11/2013) - que é a data mais distante possível a ser considerada - eu completaria 6 meses no dia 08 de Agosto. Poderia ser uma alternativa também.
Agora, o que não faz o menor sentido é eu entrar no terceiro trimestre no dia 16 de Agosto, minha gente! Quem, quem inventou essas contas malucas, me diz? Pela minha contagem, nesse dia eu já estava de 6 meses e meio, como pode ainda faltar 3 meses para ele nascer? Ok, falta se ele nascer de 42 semanas, mas eles fazem essas contas baseados em uma gestação de 40 semanas, não? É pra gente ficar maluca, mesmo.
Bom, o que importa é que entramos na reta final. Mais uma vez, me pego na contagem regressiva pelas 12 semanas, cheia de expectativas e ansiedades também, mas completamente diferentes daquelas primeiras. Andei muito introspectiva nessas últimas duas semanas, e daí o meu sumiço. Revendo conceitos, chorando bastante, pensando no meu filhote e no que está por vir. Parece que estou em uma fase de TPM constante, uma autoavaliação forçada e necessária para me preparar para a chegada da pessoa mais importante da minha vida.
Ando às voltas também com alguns pensamentos sobre chá e quartinho, mas isso nem se compara à minha preparação emocional e psicológica. Se fazem parte, entram também em uma esfera de relativização, de prioridades. Gente, quem disse que era fácil ter um filho? Porque não é.
Mas não deixa de ser a experiência mais emocionante, apaixonante e deliciosa da minha vida. Meu filho já me ensinou muito mais do que pensei que aprenderia antes mesmo de nascer. Me lembro das palavras da Marina, de chorar com sua dor - que, como falei para ela, conheço, mas não conheço, porque é só dela - e de constatar toda a sua sabedoria. A gravidez realmente é uma época transformadora nas nossas vidas, e nem sempre só de sorrisos. Mas assim também aprendemos e crescemos.
E aí entro em um dos temas da Blogagem Coletiva que perdi. O que espero da maternidade? Nossa, se for me basear em tudo que já mudei na gestação, digo que qualquer coisa pode acontecer. Sinto que nasci para isso, agora. Espero ser cada dia melhor, saber reconhecer minhas fraquezas, aprender com meus erros. Espero entender meus limites sem sofrer com eles. Espero que o Bento tenha orgulho de mim. E espero que meu filho seja feliz! Isso me bastará.
Ninguém me contou que eu viraria outra pessoa com a gravidez, como perguntou a outra BC. Ninguém me contou que o banho viraria minha hora preferida do dia - quando canto para o meu filho, reflito, choro, me conecto com o Bento. Me contaram que essa seria uma época transformadora. Mas não tanto assim. E foi a melhor surpresa que eu poderia querer.
A casinha do Bento segue crescendo com tudo. Às vezes me assusto com seu tamanho e me pergunto: de onde surgiu essa barriga em mim de repente? Porque é essa a impressão que dá, que cresceu de um dia para o outro. E isso já tinham me contado, mas eu não acreditei. Olha só o barrigão com 27 semanas e 6 dias:
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| Barrigão |
Eu emagreci bastante no começo da gravidez por conta dos enjoos, não tenho certeza se 5 ou 6 quilos, e até a última consulta do pré natal eu ainda estava 3 quilos abaixo do peso de antes de engravidar. Amanhã vou lá novamente e tenho quase certeza de que terei finalmente "empatado" com o meu peso original. Acho que está bom para 6 meses e meio, mas engordar 3 quilos em um mês foi a festa da uva, né não? Hahaha! Mas não me importo, só quero que meu pequeno esteja crescendo forte, saudável e feliz, como sempre digo a ele.
Nesse sentido, acho que tudo está correndo bem. Ele tem mexido bastante, o dia todo. E forte! Uma delícia!E fica bravo quando demoro a comer, viu? Tento comer sempre em intervalos de 3 horas no máximo e ele não tem muita paciência para esperar mais do que isso - logo começa a me chutar exigindo comida. Rs! Espero que ele seja bom de garfo - ou melhor, de peito! - assim depois de nascer.
Esse tema da amamentação, inclusive, tem sido uma das razões da minha aflição ultimamente. Um medo de não conseguir amamentar, de não saber como fazer. Aliás, medo de não saber fazer nada! Fora os sonhos recorrentes sobre o parto. Com vocês também é assim?
Ufa! A pessoa some e depois quer contar a vida em um só post. Desculpa aí, viu, pessoal? Era só saudade! :)
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
BC - Os preparativos para o quartinho
Oi queridas!
O tema da blogagem coletiva dessa semana é bem legal e vamos falar de um tema que ainda não abordei por aqui: os preparativos para o quartinho do Bento.
Bom, por enquanto o quartinho dele está... um caos! Como algumas de vocês sabem, mudamos de apartamento há pouco tempo e não conseguimos colocar armário em todos os cômodos ainda, então toooodas as caixas que ainda não foram esvaziadas se encontram no quarto dele. De quantas semanas estou mesmo? 25! Ah tá, nada de pressa... #sóquenão
Mas vamos lá. Pelo menos o bercinho e a cômoda nós já compramos e decidimos as cores e o tema que vamos utilizar. Nós gostamos bastante do estilo mais bebê mesmo pro quartinho, sabe? Poxa, esperamos tanto por esse momento, foi tão difícil, que a gente quer curtir bastante ter um babyzinho em casa - e se tivermos que mudar tudo daqui uns 5 anos (o que provavelmente acontecerá de qualquer jeito), a gente muda!
O tema será... O Pequeno Príncipe! Mas calma, não será nada cheio de coroas e afins. A referência é ao livro, e nada sugerindo que o príncipe é o Bento (apesar de que ele será, sim, para mim! Rs!). Também não gosto muito de quartos muito cheios de desenhos, então terá só alguns poucos elementos da história. Colocaremos um adesivo na parede e só. Talvez alguma frase do livro bordada em uma almofada. Fora isso, pensei em colocar alguns dos personagens do livro como parte de decoração, tipo uma raposa ou ovelha de pelúcia, mas uma coisa bem lúdica mesmo. Nada muito direto e óbvio. O adesivo que pretendo colocar é parecido com este, ó:
Mas faremos algumas alteraçõezinhas nele. Quando estiver pronto eu mostro pra vocês!
Na verdade, para o kit berço, mesmo, não utilizaremos o xadrez mais acinzentado e nem o listrado. Comprei esses antes de achar os outros, talvez eu nem os utilize no quarto, ou use o listrado somente para encapar o kit higiene - ainda não sei.
Estava difícil achar um berço mais quadradinho, do jeito que eu queria. E eu adorei esse, que faz conjunto com essa cômoda com as cestinhas, que eu já tinha visto em outro lugar e ameeeei! As cestinhas são soltas e as prateleiras nas quais elas ficam são móveis, funcionando como sapateiras. Achei bem legal e útil por bastante tempo. Por enquanto, posso utilizá-las para colocar itens de higiene, mas depois posso guardar livros e brinquedos para ficarem de fácil acesso para o Bento. Também posso encapá-las mais para frente com outro tecido para ficarem com mais cara de "moleque".
Fora isto, ainda pretendo colocar uma poltrona, que ainda não escolhi nem comprei (e estou morreeeendo aqui porque amei uma que custa mais de 2 mil reais! Tá doido, menino? Não dá, não! Hahaha!) e uma mesinha de apoio. Vi uma, tipo um criado mudo pequeno, numa loja de mdf com um preço ótimo e estou super tentada a comprar e pintar em casa, mesmo. Veremos! Depois só vai faltar os itens de decoração, como o abajur, kit higiene, lustre, nichos e enfeites em geral.
O tema da blogagem coletiva dessa semana é bem legal e vamos falar de um tema que ainda não abordei por aqui: os preparativos para o quartinho do Bento.
Bom, por enquanto o quartinho dele está... um caos! Como algumas de vocês sabem, mudamos de apartamento há pouco tempo e não conseguimos colocar armário em todos os cômodos ainda, então toooodas as caixas que ainda não foram esvaziadas se encontram no quarto dele. De quantas semanas estou mesmo? 25! Ah tá, nada de pressa... #sóquenão
Mas vamos lá. Pelo menos o bercinho e a cômoda nós já compramos e decidimos as cores e o tema que vamos utilizar. Nós gostamos bastante do estilo mais bebê mesmo pro quartinho, sabe? Poxa, esperamos tanto por esse momento, foi tão difícil, que a gente quer curtir bastante ter um babyzinho em casa - e se tivermos que mudar tudo daqui uns 5 anos (o que provavelmente acontecerá de qualquer jeito), a gente muda!
O tema será... O Pequeno Príncipe! Mas calma, não será nada cheio de coroas e afins. A referência é ao livro, e nada sugerindo que o príncipe é o Bento (apesar de que ele será, sim, para mim! Rs!). Também não gosto muito de quartos muito cheios de desenhos, então terá só alguns poucos elementos da história. Colocaremos um adesivo na parede e só. Talvez alguma frase do livro bordada em uma almofada. Fora isso, pensei em colocar alguns dos personagens do livro como parte de decoração, tipo uma raposa ou ovelha de pelúcia, mas uma coisa bem lúdica mesmo. Nada muito direto e óbvio. O adesivo que pretendo colocar é parecido com este, ó:
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| Adesivo da parede |
Mas faremos algumas alteraçõezinhas nele. Quando estiver pronto eu mostro pra vocês!
Bom, decidido o tema, passamos para as cores. Eu tinha um problema muito sério. Como fizemos as coisas no apê antes de saber o sexo do bebê gergelim, colocamos as pastilhas do banheiro do bebê em verdinho, afinal, é unisex e tal. Mas eu não queria um quarto verde e fiquei quebrando a cabeça por aqui! Mas aí marido me convenceu que não tem nada a ver e que eu podia fazer o quarto na cor que eu quisesse. Então eu aceitei, né? Eu e marido amamos a combinação de azul com bege e branco. Então essa foi a paleta de cores escolhidas. Tudo bem suave e pastel, bem quarto de bebê mesmo.
Fomos dar uma olhada em papel de parede nesse final de semana e quase caímos para trás com o preço e achamos um que gostamos bastante! Como o precinho não é lá muito camarada, estamos pensando em pintar a parte superior da parede de azul (que ainda não definimos a tinta) e colocar o papel só na metade de baixo, divididos por aquelas moldurinhas brancas. Olhem só que lindo:
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| Papel de parede |
O kit berço vai seguir as mesmas cores, obviamente. Peguei esse aqui como inspiração:
Eu só não achei que seria tão difícil encontrar um tecido xadrez de azul com bege! Então comprei o que mais se aproximou. Estes são os tecidos escolhidos:
![]() |
| Kit berço |
![]() |
| Tecidos |
Na verdade, para o kit berço, mesmo, não utilizaremos o xadrez mais acinzentado e nem o listrado. Comprei esses antes de achar os outros, talvez eu nem os utilize no quarto, ou use o listrado somente para encapar o kit higiene - ainda não sei.
Aaaaah, já ia esquecendo dos móveis, né? Nós compramos o berço e a cômoda, mas eles ainda não chegaram. Então vou colocar as fotos que tirei na loja, mesmo:
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| Cômoda |
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| Berço |
Estava difícil achar um berço mais quadradinho, do jeito que eu queria. E eu adorei esse, que faz conjunto com essa cômoda com as cestinhas, que eu já tinha visto em outro lugar e ameeeei! As cestinhas são soltas e as prateleiras nas quais elas ficam são móveis, funcionando como sapateiras. Achei bem legal e útil por bastante tempo. Por enquanto, posso utilizá-las para colocar itens de higiene, mas depois posso guardar livros e brinquedos para ficarem de fácil acesso para o Bento. Também posso encapá-las mais para frente com outro tecido para ficarem com mais cara de "moleque".
Fora isto, ainda pretendo colocar uma poltrona, que ainda não escolhi nem comprei (e estou morreeeendo aqui porque amei uma que custa mais de 2 mil reais! Tá doido, menino? Não dá, não! Hahaha!) e uma mesinha de apoio. Vi uma, tipo um criado mudo pequeno, numa loja de mdf com um preço ótimo e estou super tentada a comprar e pintar em casa, mesmo. Veremos! Depois só vai faltar os itens de decoração, como o abajur, kit higiene, lustre, nichos e enfeites em geral.
Agora meu dilema. Aqui as coisas estão bem apertadas financeiramente, por assim dizer. Mudamos há pouco tempo e gastamos um dinheirão para colocar piso, pintar, pôr gesso e etc. no apartamento. Aí que o quarto do Bento e o escritório estão sem armários, o que significa mil caixas cheias de coisas mas sem lugar para guardar. Então estamos pensando em algumas alternativas por aqui. O ideal seria colocar armário embutido nos dois quartos, mas esta solução está meio difícil no momento. Então pensamos em comprar um armário baratinho para deixar no outro quarto por enquanto (até porque não tem onde guardar as coisas e precisamos esvaziar o quartinho do Bento) e utilizar somente a cômoda para colocar as roupinhas dele por enquanto. A ideia é ficar nessa situação só por algum tempo, no máximo até ele ter uns 3 meses, e aí sim instalar o armário embutido no quarto dele também. A cômoda é bem grande e acho que cabe tudo. O que vocês acham? Heeeellllp!
Bom, por enquanto é isso, meninas! O que vocês acharam? Bonito? Monótono? Gostaram ou não? Deixem sua opinião e façam uma mamãe feliz! Rs!
Bjs
quarta-feira, 24 de julho de 2013
BC - Como os papais estão participando da gestação
Mais um dia de blogagem coletiva, eba! Desta vez eu que propus o tema e sugeri que os próprios papais dividissem um pouquinho da sua experiência na gestação. Com a palavra, meu excelentíssimo (e amadíssimo) marido:
"Olá, sou pai do bebê gergelim e fiquei muito contente em poder dividir com vocês um pouco da felicidade que estou sentindo.
Bento é nosso primeiro filho e está sendo tão esperado, mas tão esperado, que às vezes parece mentira que estamos realizando nosso sonho. Deus está me dando uma grande oportunidade, por isso, tento ser o melhor marido/pai do mundo!
Antes de falar da minha participação na gestação do Bento, quero destacar a linda mulher e guerreira maravilhosa que a Loroca está sendo. Todos os dias me emociono só de ver e sentir o amor e carinho com que a Loroca trata o Bento, eu e a Catarina (cachorrinha).
Sempre sonhei em ser pai, mas nunca imaginei que seria tão difícil. Após 2 abortos nos unimos mais e procuramos nos apoiar nos obstáculos da vida para nos fortalecer, então que em fevereiro agora recebi a grande noticia, se não a mais importante da minha vida, vou ser pai. Perdi o chão, não consegui conter as lágrimas e só pensava que desta vez Deus não iria nos deixar sofrer. Hoje estamos com 24 semanas e 5 dias e cada dia desta gestação tem sido especial, tenho aprendido muito e descoberto um mundo maravilhoso que espero curtir muito com a Loroca e o Bento.
Mas vamos lá, procuro estar sempre presente e auxiliar no que for possível. Este sonho é nosso e procuro curtir cada segundo desta gestação, seja em nosso momento antes de dormir, nas consultas com o médico ou nos ultrassons. Sei que o que eu fizer para a Loroca e para o Bento será pouco, mas vou sempre procurar melhorar e proporcionar para minha amada família momentos especiais e retribuir esta fase mágica que estão me proporcionando.
Neste momento de tanta felicidade, acho que minha participação é mínima, mas sempre com muita compreensão e amor, amor pela minha linda esposa e pelo nosso tão sonhado filho.
Esta criança sem saber mudou nossas vidas e está sendo muito aguardada. Vou dividir com vocês que às vezes tenho medo e me pego pensando em tudo que posso fazer e o que tenho que melhorar continuamente para que possa contribuir de forma efetiva na vida das pessoas mais importantes da minha vida.
Quero agradecer a minha esposa e a vocês que compartilham com minha amada estas experiências da gestação.
Espero que todos os pais tenham e estejam sentindo o mesmo orgulho e amor que estou sentindo neste momento mágico."
Diz se não é pra chorar? A mamãe boba aqui se emocionou, óbvio! Amor, tenho um orgulho danado do marido e pai que você é. Obrigada por estar sempre tão presente em nossas vidas e nos dar tanto amor, carinho e apoio. Te amamos demais!
Eu tinha indicado a Jacky para sugerir o próximo tema, mas não sei se ela poderá escrever devido ao repouso. Mas o que importa é que ela e o Anthony estão bem e ele continua quentinho e protegido lá na casinha dele! Querida, se você não puder escrever na semana que vem, me avisa e indicamos outra pessoa, tá?
Beijos!
quarta-feira, 17 de julho de 2013
BC - O que a gravidez já mudou na minha vida
Gente, PARA TUDOOOO! Antes de qualquer coisa eu preciso comemorar aqui a gravidez da Ju! Muuuuuuito feliz pela chegada da sementinha de melancia! Eu acompanho a Ju desde o começo das tentativas e me identifiquei com o jeito dela escrever imediatamente. Ela é tão fofa, tão carinhosa, sempre preocupada comigo e com o bebê gergelim e que nos faz rolar de rir com os posts bem humorados dela. Eu torcia taaanto por esse momento e agora ele chegou! PARABÉNS, JUUUUU! Muuuita saúde para vocês, comadre querida! Agora quero ver você na blogagem coletiva também!
Agora vamos ao tema da semana da blogagem coletiva. O que a gravidez já mudou na minha vida? Nossa, é tanta coisa que é até difícil dizer. Até porque ela começou a mudar minha vida antes mesmo de acontecer.
Já começa com a minha mudança física, de espaço, mesmo. Mudamos de apartamento este ano já pensando em um lugar maior para aumentar a família. Uma das coisas que nos motivou a comprá-lo, além do tamanho, foi a área de lazer do condomínio. Já consigo ver meu Bento correndo por aqui, voltando todo molhado da piscina ou de suor.
Com isso, já consigo ver outra mudança: as prioridades. Não consigo lembrar da última vez em que comprei alguma coisa para mim depois que engravidei. E não é nem somente que eu tenha passado a querer comprar tudo para ele, não! É que eu mudei, mesmo. O crescimento dele aqui, junto com o meu amor, já me saciam, me alegram, me completam. Preciso de mais alguma coisa? Na verdade, eu até preciso, visto que o bebê não pode andar peladinho por aí, né? Hahaha! Mas me sinto calma, plena, feliz. Nem para ele compramos muita coisa, aliás, não compramos quase nada. Mas ele é o meu maior presente, o que eu mais queria, e já consegui.
Eu já disse aqui também do quanto minha visão do mundo mudou. O Bento já me faz outra pessoa. Sou mais consciente, mais ponderada, mais sincera, mais honesta comigo e com meus sentimentos. Sou mais guerreira, menos conformada, mais leoa. Sou mãe.
E o mais gostoso: meu corpo. A barriga crescendo com o desenvolvimento do meu pequeno. As sensações que este bebê, que já pesa mais de meio quilo e mede mais de 27cm, desencadeia a cada chute, a cada mexida. A sensibilidade que só um amor sem medida deste pode causar em alguém, como as lágrimas que surgem ao encontrar uma médica para trazê-lo ao mundo com amor e respeito. Pode isso? Pode. Porque minha vida mudou tanto, que ela nem é mais minha. Ela é dele. Todinha. Eu agora vivo Bento, para sempre.
Hoje sou eu que devo sugerir um tema e escolher uma blogueira para fazê-lo na semana que vem. O próximo tema será "Como os papais estão participando da gestação?". Para dar um toque diferente, até sugiro que os próprios escrevam o post da semana que vem - se quiserem, claro! O meu já topou! O que vocês acham? Indico a Jacky para sugerir o próximo tema.
Agora vamos ao tema da semana da blogagem coletiva. O que a gravidez já mudou na minha vida? Nossa, é tanta coisa que é até difícil dizer. Até porque ela começou a mudar minha vida antes mesmo de acontecer.
Já começa com a minha mudança física, de espaço, mesmo. Mudamos de apartamento este ano já pensando em um lugar maior para aumentar a família. Uma das coisas que nos motivou a comprá-lo, além do tamanho, foi a área de lazer do condomínio. Já consigo ver meu Bento correndo por aqui, voltando todo molhado da piscina ou de suor.
Com isso, já consigo ver outra mudança: as prioridades. Não consigo lembrar da última vez em que comprei alguma coisa para mim depois que engravidei. E não é nem somente que eu tenha passado a querer comprar tudo para ele, não! É que eu mudei, mesmo. O crescimento dele aqui, junto com o meu amor, já me saciam, me alegram, me completam. Preciso de mais alguma coisa? Na verdade, eu até preciso, visto que o bebê não pode andar peladinho por aí, né? Hahaha! Mas me sinto calma, plena, feliz. Nem para ele compramos muita coisa, aliás, não compramos quase nada. Mas ele é o meu maior presente, o que eu mais queria, e já consegui.
Eu já disse aqui também do quanto minha visão do mundo mudou. O Bento já me faz outra pessoa. Sou mais consciente, mais ponderada, mais sincera, mais honesta comigo e com meus sentimentos. Sou mais guerreira, menos conformada, mais leoa. Sou mãe.
E o mais gostoso: meu corpo. A barriga crescendo com o desenvolvimento do meu pequeno. As sensações que este bebê, que já pesa mais de meio quilo e mede mais de 27cm, desencadeia a cada chute, a cada mexida. A sensibilidade que só um amor sem medida deste pode causar em alguém, como as lágrimas que surgem ao encontrar uma médica para trazê-lo ao mundo com amor e respeito. Pode isso? Pode. Porque minha vida mudou tanto, que ela nem é mais minha. Ela é dele. Todinha. Eu agora vivo Bento, para sempre.
Hoje sou eu que devo sugerir um tema e escolher uma blogueira para fazê-lo na semana que vem. O próximo tema será "Como os papais estão participando da gestação?". Para dar um toque diferente, até sugiro que os próprios escrevam o post da semana que vem - se quiserem, claro! O meu já topou! O que vocês acham? Indico a Jacky para sugerir o próximo tema.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
BC - Suspeita e descoberta da minha gravidez
Primeiramente, mil desculpas pelo atraso em postar a Blogagem Coletiva. Além de eu ainda estar sem internet (torcendo loucamente para esse problema ser resolvido na semana que vem!) e depender do computador do marido - que tem que trabalhar, né pessoal? - eu ainda peguei uns resultados de exames de sangue hoje que me deixaram meio tristonha. Sabe sentimento de pior mãe do mundo? Medo de que meu amado Bento esteja sofrendo por displicência minha? Então, esse. Mas depois conto direitinho.
Mas vamos lá que o que importa é a intenção e estou só alguns minutos atrasada, né mesmo?
Fevereiro foi um mês lindo da minha vida. Desde o comecinho. Eu estava com aquele sentimento gostoso de que aquele era meu mês, o ciclo em que meu gergelim chegaria. Além de tudo, estávamos em meio a compra do apartamento novo, toda aquela expectativa que consegue nos distrair um pouquinho. Mas a gente nunca se distrai totalmente, né? E eis que, bem nesse mês, resolvi medir minha temperatura basal todos os dias - o que não significaria lá muita coisa, já que eu ainda não tinha uma base de comparação.
Mas nem precisava, afinal. Eu sabia, eu sempre soube. Juro. Para vocês terem ideia, marquei no calendário, como sempre fazia, a data em que tive relação com o marido (no PF) e já fiz a anotação no mesmo dia: possível concepção. Era dia 17 de fevereiro.
Aí já começou minha contagem regressiva. A cada manhã, quando eu pegava o termômetro para medir minha TB, o coração acelerava: tomara que não tenha caído, tomara, tomara! Que nada! Lá estava ela, alta, lindona, trazendo confirmação para a certeza que eu já trazia no meu coração. E dá-lhe pesquisar sintomas e tentar definir o dia que eu poderia fazer meu teste sem medo de um falso negativo. Só o Fertility Friend que não concordava comigo, como eu contei aqui e dizia que eu tinha ovulado no dia 23. Mas quer saber? Quem precisa de FF quando se tem tanto amor em um coração de mãe?
E foi assim que eu resolvi fazer um teste no dia 28 de fevereiro, 11 dias depois da ovulação. Marido dizia que ainda era cedo, eu tinha medo de um falso negativo e mais ainda de um negativo verdadeiro, mas me joguei. Acordei cedo e aquele meu xixi despretensioso de cada dia se transformou na maior alegria da minha vida. Aquela segunda listrinha, tão fraquinha, que já revelava todo o amor, forte, intenso e maravilhoso. Foi ali que nosso bebê gergelim mostrou que chegou para arrebatar nossos corações para sempre.
E semana que vem sou eu que escolho o tema. Eba!
OBS.: Desculpem por ter saído esse bloco único horroroso de texto. Não sei porquê está dando este erro e não estou conseguindo consertar!
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quarta-feira, 3 de julho de 2013
Blogagem coletiva - Qual a melhor coisa da minha gravidez até agora
Hoje é o primeiro dia da blogagem coletiva. Delicia! Achei essa idéia incrível. Para mim, o blog serve mesmo para me ajudar a encontrar minha voz durante a gestação enquanto a compartilho com vocês, meninas queridas que estão passando pelo mesmo momento mágico que eu. E nada melhor do que conhecer as diversas visões sobre o mesmo tema para alcançar isso.
Agora vamos ao que interessa. A minha gravidez, como a maioria já sabe, foi muito esperada. Tendo passado por 2 abortos, o medo e a ansiedade me acompanham desde antes do meu bebê gergelim (que agora é o Bento! ;)) chegar. Então é difícil elencar uma única coisa como a melhor da gravidez até o momento. Assim, de olhos fechados, diria que é a espera do meu filho e minha transformação em mãe.
E essa minha espera engloba todas as descobertas e momentos deliciosos que vêm com a gestação. Tudo começa por aquele instante mágico em que um palitinho com xixi desenha duas listrinhas cor de rosa. Como pode aquele pedaço de plástico mudar tanto nossa vida toda? Cada certeza, cada hábito, todo o amor. Agora sou mãe e meu mundo gira diferente. A barriguinha crescendo e as mudanças no corpo são, pela primeira vez, mais do que bem vindas - são ansiadas! O som de um coraçãozinho batendo se torna a música mais bonita que já ouvimos na vida. Imagens em preto e branco em uma telinha, antes tão irreconhecíveis, agora mostram um pedacinho de gente com tanta perfeição que até conseguimos ver se parece com o papai ou com a mamãe.
Aquelas velhas certezas se transformam em duvidas. São tantas, tantas duvidas! Parto, amamentação, criação, educação, valores... E aquela única duvida se transforma na certeza mais absoluta: sim, é possível amar mais do que eu sabia possível. A cada pensamento, a cada mexida, a cada segundo.
Ah, as mexidas! A confirmação de que ali está meu grande amor! A constatação desse milagre da maternidade, a formação de uma pessoa a partir do amor de outras duas. E agora somos três.
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